quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Você tem mau hálito?


O que é:
A halitose é uma alteração do hálito que o torna desagradável, podendo significar ou não uma mudança patológica. É um sinal indicativo de que alguma disfunção orgânica (que requer tratamento) ou fisiológica (que requer apenas orientação), esteja acontecendo. A halitose não significa apenas uma doença, mas também, uma alteração das condições fisiológicas como por exemplo a halitose matinal, que a maioria das pessoas têm. A halitose em geral é  um problema de saúde com conseqüências sociais e econômicas, morais e psicoafetivas tão sérias que aflige, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 40% da população mundial. A halitose também é conhecida como hálito fétido, mau hálito, fedor da boca.
O hálito é composto pelo ar expirado após a inspiração que provoca as trocas gasosas fisiológicas, associado às substâncias eliminadas por via pulmonar. Estas substâncias partem do intestino para o fígado, para a bile, para o sangue e finalmente para os pulmões, quando são eliminados pela expiração.

Causas:
A halitose geralmente está associada à existência de cáries e a má higiene bucal, porém pode ter outra origem como a respiratória, (sinusite e amidalite) digestiva, (erupção gástrica, dispepsia, neoplasias e úlcera duodenal) e a de origem metabólica e sistêmica (diabetes, enfermidades febris, alterações hormonais, secura da boca, estresse).

Tipos de halitose:
A halitose fisiológica relaciona-se a diminuição do fluxo salivar durante o sono: existe um fluxo mínimo de saliva durante o sono. Assim, ocorre putrefação de células epiteliais esfoliadas que permanecem retidas durante esse período ocasionando um odor desagradável, o qual desaparece após a higienização oral pela manhã, restabelecendo o fluxo salivar aos valores normais
A halitose provocada por medicamentos se deve ao fato de que algumas drogas podem alterar a sensação de gosto e olfato como: sais de lítio, penicilina e tiocarbamida, causando halitose  subjetiva, ou ainda podem ser excretadas através do pulmão. Alguns medicamentos antineoplásicos, anti-histamínicos, anfetaminas, tranqüilizantes, diuréticos, fenotiaminas e outras drogas provocam diminuição do fluxo salivar ocasionando o mau hálito.
Halitose imaginária, halitofobia ou halitose psicossomática: ocorre em pacientes que apresentam
alteração no olfato e passam a acreditar que possuem halitose, porém outras pessoas não detectam o fato.
Existe outro tipo de halitose que é a temporária, de origem alimentar. Esta pode ser causada pela ingestão de alimentos com alho, cebola, condimentos, jejum prolongado, bebidas alcoólicas, pois o metabolismo desses alimentos e bebidas produz ácidos e outros compostos que são excretados através dos pulmões.

Prevenção:
Seja qual for a causa da halitose a higiene bucal é fundamental para o sucesso do tratamento, além da eliminação da sua respectiva causa. Ë imperativo que além da escovação e do uso do fio dental promova-se a periódica limpeza da língua após as refeições e ao deitar, evitando o acúmulo de bactérias. Consultas odontológicas devem ser estimuladas, principalmente quando o paciente for portador de várias restaurações, próteses fixas ou adesivas, pois as mesmas podem estar com áreas que retenham restos de alimentos.
- uso de fio dental e boa escovação, limpando também a língua, após qualquer refeição;
- consulta regular ao dentista;
- realização de bochechos com produtos anti-sépticos;
- ter uma dieta balanceada e evitar comer entre as refeições;
- beber pelo menos dois litros de água por dia;
- controlar o estresse;
- evitar o excesso de comidas gordurosas, cigarros, café, frituras.

Quer saber como anda o seu hálito?
http://mdemulher.abril.com.br/saude/testes/saude-bucal/seu-halito-esta-bom-398659.shtml

Fonte: BVS - Ministerio da Saude.

O que é uma boa higiene bucal?


Hálito puro e sorriso saudável são o resultado de uma boa higiene bucal. Isto é, com uma higiene bucal adequada:
  • Seus dentes ficam limpos e livres de resíduos alimentares;
  • A gengiva não sangra nem dói durante a escovação e o uso do fio dental;
  • O mau hálito deixa de ser um problema permanente.
Consulte o seu dentista caso as suas gengivas doam ou sangrem quando você escova os dentes ou usa fio dental, e principalmente se estiver experimentando um problema de mau hálito. Essas manifestações podem ser a indicação da existência de um problema mais grave.
Seu dentista pode ensiná-lo a usar técnicas corretas de higiene bucal e indicar as áreas que exigem atenção extra durante a escovação e o uso do fio dental.

Como garantir uma boa higiene bucal?
Uma boa higiene bucal é uma das medidas mais importantes que você pode adotar para manter de seus dentes e gengivas em ordem. Dentes saudáveis não só contribuem para que você tenha uma boa aparência, mas são também importantes para que você possa falar bem e mastigar corretamente os alimentos. Manter uma boca saudável é importante para o bem-estar geral das pessoas.
Os cuidados diários preventivos, tais como uma boa escovação e o uso correto do fio dental, ajudam a evitar que os problemas dentários se tornem mais graves. Devemos ter em mente que a prevenção é a maneira mais econômica, menos dolorida e menos preocupante de se cuidar da saúde bucal e que ao se fazer prevenção estamos evitando o tratamento de problemas que se tornariam graves.
Existem algumas medidas muito simples que cada um de nós pode tomar para diminuir significativamente o risco do desenvolvimento de cáries, gengivite e outros problemas bucais.

Essas medidas são:
  • Escovar bem os dentes no mínimo três vezes ao dia e usar fio dental diariamente.
  • Ingerir alimentos balanceados e evitar comer entre as principais refeições.
  • Usar produtos de higiene bucal, inclusive creme dental, que contenham flúor.
  • Usar enxagüante bucal com flúor, se seu dentista recomendar.
  • Garantir que as crianças abaixo de 12 anos tomem água potável fluoretada ou suplementos de flúor, se habitarem regiões onde não haja flúor na água.
Técnicas corretas de escovação:
  • Coloque a escova em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva. Movimente a escova, afastando-a da gengiva.
  • Escove delicadamente as partes internas, externas e de mastigação de cada dente com movimentos curtos de trás para frente.
  • Com cuidado, escove a língua para remover bactérias e purificar o hálito.
Uso correto do fio dental:
  • Use about 18" of floss, leaving an inch or two to work with.
  • Gently follow the curves of your teeth.
  • Be sure to clean beneath the gumline, but avoid snapping the floss on the gums.


Fonte: http://www.colgate.com.br/

Facetas de Porcelana - O Sorriso dos Famosos ao seu Alcance!



Facetas laminadas de porcelana, ou simplesmente facetas, são pedaços de porcelana personalizados que o dentista posiciona na parte frontal dos dentes para melhorar sua aparência e reparar danos. As facetas podem alterar de forma impressionante o sorriso de uma pessoa e ajudam a melhorar sua auto-confiança.

Nas décadas de 20 e 30, atores, atrizes e outros artistas chegavam ao extremo de extrair seus dentes e colocar dentes postiços para melhorar seus sorrisos. Felizmente, esse procedimento radical deu lugar às facetas, uma técnica bem menos invasiva. As facetas são o segredo por trás dos sorrisos arrebatadores que vemos nas telas de cinema.

As facetas podem ser usadas para melhorar uma ampla gama de problemas dentários estéticos. Elas podem clarear dentes manchados ou descoloridos, fechar espaços entre dentes, "corrigir" um sorriso torto sem precisar de aparelhos, consertar lascas e imperfeições, e criar um sorriso com aparência mais atraente e jovial.

O procedimento costuma envolver a remoção de uma fina quantidade da camada mais exterior do dente, chamada de esmalte. Então, o dentista tira moldes da boca, e coloca facetas temporárias para o paciente usar enquanto as permanentes são fabricadas. O procedimento de remoção de esmalte normalmente leva de uma a duas horas e meia.
Depois, o laboratório cuidadosamente esculpe as facetas na porcelana. Em cerca de duas semanas, elas estão prontas para que o dentista as prenda na parte frontal dos dentes. Este processo melhora a força e a aparência dos dentes.

Para vencer o medo de dentista

Tecnologia e técnicas variadas auxiliam a perder o temor frente ao avental branco


Não é difícil para um dentista identificar pacientes com medo: o corpo fala.
Aquele que senta, cruza os pés, segura os braços da cadeira, tensiona os ombros e fecha os olhos quando abre a boca está dando todos os sinais de que não gostaria de estar ali.
Aprender a identificá-los é tão importante que virou matéria dada em sala de aula. “Na universidade os professores mencionam essas características, assim você já sabe como começar com o paciente: tentando deixá-lo tranqüilo”, afirma a dentista Erika Abreu Amaral.
De acordo com dados da Sociedade Americana de Odontologia três em cada 10 adultos têm medo de ir ao dentista. Não existe levantamento semelhante no País, mas Newton Miranda Carvalho, presidente da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), acredita que os números devem ser semelhantes ou até maiores. “Aqui ainda temos o problema da falta de informação”, diz.
O receio de visitar o consultório preocupa especialistas, porque pode afastar uma pessoa com problemas bucais do tratamento correto e agravar ainda mais a situação. “Um homem veio me procurar com o rosto deformado de tão inchado, por conta de um dente quebrado”, conta Amaral.
Relatos como esse não são incomuns. “Eu tratava um veterano de guerra, que não conseguia sentar na cadeira sem tomar alguma droga”, descreve Carvalho. Pacientes que chegam a esse extremo são chamados odontofóbicos, ou seja, desenvolveram um medo exacerbado de ir ao dentista. Para esses casos, a recomendação é terapia.
O tratamento psicológico é indicado quando o medo acarreta muito sofrimento, quando a pessoa recusa tratamento por causa desse medo e quando sofre só de pensar que terá de enfrentar os procedimentos e não consegue superar sozinha seu sofrimento.
“Não é possível determinar quanto tempo uma pessoa vai precisar de tratamento, mas tende a ser uma terapia focada e breve, de curta duração. Em poucas sessões o paciente aprende que não corre perigo e que a dor imaginária ou real é suportável. Aprende a controlar a ansiedade”, diz a psicóloga Márcia Copetti, do Rio Grande do Sul.
Mas quando a sensação está mais para aquele suor frio, uma certa ansiedade, e não chega a ser impeditivo de consulta, tecnologia e técnica podem ajudar a melhorar a relação entre o dentista e o paciente.

Acupuntura e massagem
O medo reforça a sensação subjetiva de dor: quem já chega ao consultório nervoso está predisposto a passar por um tratamento mais doloroso. “Tive uma paciente que, ao sentar na cadeira, começou a ter palpitações. Outra começou a chorar. Muitas vezes é ansiedade da dor, o medo de senti-la”, acredita Erika. Para lidar com quem precisa de uma ajuda extra para encarar o tratamento, ela faz uso da acupuntura.
“Não é para anestesiar, só para acalmar. Faço com imãs, assim não há nem o receio das agulhas.” E os resultados dessa terapia prévia se mostraram satisfatórios desde o momento da anestesia. “Dificilmente esse paciente vai precisar de mais de uma aplicação, a injeção funciona melhor”, afirma.
Enquanto Rodrigo Bueno de Moraes, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Periodontologia, prepara os instrumentos que serão utilizados na consulta, o paciente é massageado. Na cadeira, há uma esteira vibratória que pode ser regulada por controle remoto.
“Só começo o tratamento depois que a pessoa está tranqüila. Sigo a abordagem da confiança, compreensão e conversa, isso já faz com que a pessoa fique relaxada”, assegura.

Show, música e gás hilariante
Para driblar o medo durante a consulta vale utilizar as mais diversas técnicas, de óculos 3D a óxido nitroso. Fones de ouvido com abafadores de ruído externo, para que o barulho dos instrumentos não perturbe o paciente, já foram ultrapassados por telas de LCD plugadas próximas à cadeira ou óculos 3D que transmitem o filme ou o show escolhido pelo paciente.
“Quando eu vejo a consulta já acabou”, diz Ariane Tavares. Nestes casos, os óculos funcionam distraindo o paciente, a atenção, antes voltada para o tratamento, passa a ter outro foco.
Mas se nem tecnologia resolve, é possível pedir a sedação consciente, feita com óxido nitroso, mais conhecido como gás hilariante. Muito utilizado no passado, esse método voltou aos consultórios de forma mais segura.
“Existem aparelhos que ministram o gás impedindo a superdosagem”, explica Miranda. Segundo os especialistas ouvidos pelo Delas, o efeito é muito bom, mas pode dificultar a ação do dentista já que a máscara é colocada no nariz, próximo a boca.
“Não há contra-indicações e não fica resíduo metabólico, ou seja, tirou a máscara, em poucos minutos a pessoa não tem mais o óxido no organismo”, afirma.

Hipnose
Outro recurso usado pelos dentista é a hipnose. Aprovada pelo Conselho Federal de Medicina, ela tem benefícios em relação à sedação tradicional. “Com a hipnose, a salivação diminui, a cicatrização melhora, o sangramento diminui e há o aumento de anticorpos no organismo. Isso já foi comprovado por vários estudos”, relata o presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose, Luiz Carlos Motta Lima. A utilização da hipnose deixa o paciente consciente, existe apenas a sugestão de que ali não há dor.
Para que o profissional possa usar o método, no entanto, é preciso ter feito curso especializante em hipnose. Motta Lima também dá algumas dicas para que o procedimento funcione adequadamente. “Tem de fazer uma boa entrevista, tirar as histórias do paciente. É preciso sobrepor uma situação de medo por uma de segurança ", avalia.
Clara Carvalho resolveu testar o método depois de tomar três anestesias para tratar uma cárie profunda. Agora, jura que nunca mais quer ir a outro profissional. "Não senti dor na hora do tratamento, não senti nada. Percebi que ele estava mexendo na minha boca, mas foi só", relata.

Hi-tech
A evolução dos aparelhos usados no tratamento também contribui para que o receio seja deixado do lado de fora do consultório. O laser é uma das grandes apostas nesta área, substituindo o temido “motorzinho”, cujo barulho está muito associado à dor.
“É uma tecnologia que ainda não conquistou todos os consultórios porque é cara. Mas ela já existe. Para tratar cáries pequenas também temos o selante, um material transparente ou branco que, pincelado na superfície do dente, cria uma barreira contra as bactérias”, explica Carvalho.

 
Até as queixas mais simples estão sendo abolidas com ajuda da tecnologia. A picada da anestesia tem sido substituída por máquinas com agulhas ainda mais finas, tornando a aplicação simples e indolor. Para o presidente da SBO, com todas essas novidades, há muito a odontologia não pode ser mais relacionada à dor. "A fobia é mais de ordem cultural e de desconhecimento da realidade", diz.
Rodrigo Bueno ressalta também que o acompanhamento acompanhamento correto feito de seis em seis meses é capaz de prevenir possíveis problemas bucais e evitar tratamentos que possam envolver algum tipo de dor.

Dicas para se manter tranquilo durante uma consulta:

* Converse com o profissional antes de começar a consulta e fale sobre seu medo
* Se achar melhor, peça para que ele explique os procedimentos antes de começá-los
* Combine sinais para o caso de ter dor ou medo. Por exemplo, se você levantar a mão, ele para
* Tem receio do barulho dos aparelhos? Leve um rádio ou iPod com músicas relaxantes
* Procure sempre um profissional de sua confiança

Clareamento Dental: Mitos X Verdades

O Clareamento Dental é o tratamento de remoção das pigmentações dentais através de um gel oxidante aplicado na superfície dos dentes.





Como funciona?
As moléculas dos géis oxidantes (liberadores de oxigênio) penetram na intimidade do esmalte e da dentina, liberando oxigênio que, por sua vez, “quebra” as moléculas dos pigmentos causadores das manchas.

Qualquer pessoa pode fazer Clareamento Dental?
Sim. Qualquer pessoa pode ter seus dentes clareados, desde que eles estejam íntegros, sem muitas restaurações.

Como posso clarear meus dentes?
Os dentes podem ser clareados através de géis ou pastas oxidantes (liberadores de oxigênio) de duas maneiras:
1. No consultório: o dentista isola os dentes (com um lençol de borracha) para proteger a gengiva e aplica um agente oxidante forte.
2. Em casa (doméstico): o paciente, sob a orientação do dentista, leva um gel oxidante fraco, para usar diariamente em casa. Ao contrário do que muitos imaginam, o clareamento caseiro também é seguro e eficaz.
*O seu dentista é quem deve orientá-lo a cerca da melhor alternativa para o seu caso.

Posso fazer sozinho ou preciso ir ao dentista?
Não se recomenda clarear os dentes sem orientação profissional. Seja no consultório seja em casa, sempre deve haver monitoramento do dentista para que se evite efeitos indesejados e acidentes.

Os produtos usados no clareamento são seguros à saúde geral?
Sim. Como outros produtos e medicamentos usados na Medicina e Odontologia, se usados corretamente conforme orientação, os produtos usados no clareamento não promovem nenhum prejuízo à saúde geral. A mídia divulgou que o clareamento doméstico poderia potencializar o aparecimento de câncer. É verdade?

Essa informação não tem fundamento. Tanto que a FDA (Food and Drug Administration) e a ADA (American Dental Association) aprovam o uso de peróxidos em cremes dentais, que são usados indiscriminadamente pela população. Essas entidades também não desaprovam o uso de clareadores dentais, desde que supervisionado por dentistas.

Eles provocam danos a gengiva?
Não, desde que o paciente faça tratamento supervisionado e não use produtos vendidos pela TV ou em supermercados. O dentista confecciona uma moldeira individualizada que cobrirá somente a superfície dental, evitando, assim, que o agente clareador tenha contato direto e contínuo com a gengiva. Qualquer lesão e sensibilidade devem ser imediatamente comunicadas ao dentista.

O dente clareado fica enfraquecido?
Não. A estrutura dental não é afetada.

O Clareamento altera as restaurações já existentes?
Não. Mas o paciente precisa saber que talvez tenha de trocar ou retocar as restaurações antigas: uma vez que as restaurações não sofrem ação dos clareadores, parecerão mais escuras frente aos dentes clareados, causando desarmonia estética.

Posso fazer clareamento em qualquer idade?
Sim. Não há contra-indicação específica quanto à idade. A partir dos 10 anos, é aceitável.

O dente clareado pode escurecer novamente?
Sim. Mas nunca como era antes. Após 1 a 2 anos, pode haver a necessidade de uma manutenção, que é feita em 2 ou 3 noites.

Fonte: APCD

Fazer limpeza bucal no dentista reduz riscos de ataque cardiaco e derrame, segundo estudo

De acordo com dados compilados por pesquisadores em Taiwan, pessoas que costumam ir ao dentista para fazer limpeza bucal têm 24% menos risco de sofrer um ataque cardíaco e 13% menos risco de ter um derrame, comparadas com quem nunca fez uma limpeza dental. Falta de higiene bucal tem sido associada a um aumento do risco de doenças cardíacas.
Os pesquisadores, que apresentaram suas conclusões no Encontro Científico da Associação Americana do Coração no último domingo, afirmam que limpeza bucal feita profissionais parece reduzir o crescimento de bactérias causadoras de inflamação que podem causar problemas no coração.
- A proteção contra doenças cardíacas e derrame se mostrou maior em participantes que faziam o tratamento de higiene pelo menos uma vez por ano - disse Zu-Yin Chen, cardiologista do Hospital Geral de Veteranos em Taipei, que apresentou o estudo.
A análise de mais de cem mil pessoas começou em 2007 e foi baseada em dados do seguro de saúde nacional de Taiwan. Nenhum dos sujeitos tinha histórico de ataque cardíaco ou derrame, mas o estudo não considerou fatores de risco, como tabagismo ou obesidade.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/fazer-limpeza-bucal-no-dentista-reduz-riscos-de-ataque-cardiaco-derrame-indica-estudo-3235866#ixzz1dv0x4SYO
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